Reflexão: uma população literalmente ilhada

Imagem aérea da cidade de Parintins-Am/ Yuri Pinheiro

Jamais alguém imaginou que teríamos dias tão difíceis como os atuais. Nem os mais pessimistas, advinhos ou profetas tiveram alguma revelação a respeito desta cruel pandemia do coronavírus.

Os que se colocam em condição de prevê o futuro passaram ‘batido’ nessa.

E com esses dias inimagináveis de aflições, o parintinense não tem muito o que fazer, a não ser ficar em casa, fechar o comércio mais cedo e cumprir decretos.

Aquela agitação na cidade com ensaios nos currais dos bois-bumbas, ruas enfeitadas, festas são coisas do passado. Nadar nos rios, correr, andar de bicicleta, também parou.

Uma população de mais de 120 mil pessoas ilhada. Até cultos e missas, para evitar aglomerações, suspensos. E o direto de ir e vir com restrições.

Não há muita coisa a fazer, aliás, existe uma: ficar em casa. Não há espaço para desobediência e para termos dias sem confinamento, basta cumprir as normas.

Agora, quando tudo isso passar, cada um terá aprendido uma nova lição e uma fartura de ideias para escrever nas páginas da histórias de sua vida.

Blog Ilha Tupinambarana

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